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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ORAÇÃO DA PAZ

Amemos a doçura da paz, e voltemos à concórdia com toda a pureza e sinceridade do coração, imitando Aquele que tudo pacificou por seu Sangue, que é verdadeiramente a paz e que reconciliou consigo todas as coisas, "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os nossos corações e as nossas inteligências em Cristo Jesus nosso Senhor (Fl 4,7), a quem seja dada honra e glória, nos séculos dos séculos. Amém.

Aparelhar o Estado não é privilégio de ninguém, é mania de todo mundo

Não é por acaso que o senso comum diz que político é tudo igual. Só muda o partido. Até os privilégios e falcatruas são os mesmos.
O PSDB, por exemplo, adora dizer que o PT aparelhou o Estado, loteou cargos entre apadrinhados e empesteou o governo com seus militantes. Uma vergonha.
Verdade. Pena que os tucanos façam exatamente a mesma coisa quando o Diário Oficial é escrito por eles. Igualzinho. Uma vergonha.
Os exemplos são tamanhos que causa espanto a desfaçatez com que eles esfregam o dedo acusador no focinho do inimigo.
Em uma única manhã de trabalho, pela internet, deu para levantar uma dezena de nomes de tucaninhos que são amparados pelos tucanões do governo de São Paulo.
Quando cheguei ao 15º nome, em meia hora de Google, fiquei entediado e parei.
Nada pessoal, nem questão de competência, mas vejam só a turma de carteirinha que praticamente só vive de cargos nomeados há anos, sempre em gestões do PSDB:
Carlos Eduardo Sampaio Doria, por exemplo, é advogado. Foi deputado federal. Perdido o mandato, como ele não se aperta, virou diretor da Agência de Transportes do Estado desde 2003. E presidiu a Telesp de 1993 a 1998. Entendi.
Raul Christiano é jornalista, mas topa qualquer parada, desde que comissionado. Fundador do PSDB, tem, literalmente, uma folha de serviços prestados ao partido. Até na Sabesp ele militou.
Antonio Carlos da Silva foi prefeito de Caraguatatuba e deputado estadual. Com essa bagagem toda, virou diretor técnico da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo).
Na mesma linha, pesquei os nomes de Gesner de Oliveira, Felipe Soutello , Geraldo Biasoto Jr., Otávio Azevedo Mercadante , Roger Ferreira, Thomaz de Aquino Nogueira Neto e Manuelito Pereira Magalhães Júnior.
Não falei que era chato? Agora vamos aos nomes de alguns secretários do governo que são políticos profissionais: Guilherme Afif Domingos, Bruno Caetano, Paulo Renato Souza e José Benedito Pereira Fernandes.
Até o Geraldo Alckmin, quando ficou desempregado, foi bater na porta do governo do Estado. Abriram. E o mandaram sentar na cadeira de secretário do Desenvolvimento. Para que servem os amigos?
Deve ter mais gente, com certeza. Fiquei com preguiça, juro. Se alguém quiser continuar a pesquisa, bom proveito. Imagina nos segundo e terceiro escalões quantas surpresas nos aguardam.
Para mim está de bom tamanho e dá para afirmar que política é feita por políticos. Que cargo nomeado serve para botar a patota na boiada. Que a farinha vem do mesmo saco.
Por isso, quando um candidato faz discurso acusando adversário e pregando moral e bons costumes ninguém presta atenção. É mentira mesmo - conversinha.
Postado por Marco Antonio Araujo

domingo, 19 de setembro de 2010

Proibir ou obrigar, é só o que eles sabem fazer

A lei que obriga cadeirinhas para crianças nos automóveis é educativa em um sentido. Nos ensina o quanto o poder público se mete nas nossas vidas de forma irresponsável.
Sempre sob a alegação de zelar pela saúde dos cidadãos, o Estado não para de fazer as duas únicas coisas que sabe: proibir ou obrigar. Virou uma praga.
Mas nesse caso, a incompetência foi demais. Ficou evidente que eles estão brincando de legislar, por incapacidade de criar ações efetivas e funcionais.
As multas, claro, já começaram a estalar nas costas do contribuinte. Nisso eles são primorosos. E implacáveis. Mesmo que sejam claramente injustos e arbitrários.
A sucessão de equívocos deveria constranger nossas autoridades a revogar imediatamente essa lei. A começar pela falta do equipamento nas lojas.
Isso seria detalhe diante da maior barbeiragem: liberar táxis, ônibus e vans da obrigatoriedade da cadeirinha. É um requinte de estupidez.
Um casal foi multado por estar sem o bagulho no banco de trás. Pois o pai foi obrigado a deixar o carro e levar a criança para casa de... ônibus. Não é genial?
No busão lotado, sacolejando, com aqueles motoristas malucos, aí pode. Ou no táxi caríssimo, com o bebê no colo, tudo bem.
E outra. Por que a lei manda reter o veículo no caso de infração? Não bastava retirar a criança por medida de segurança? Maldade não tem limite.
Só sei que não vão parar por aí. Aguardem as próximas ideias mirabolantes dos nossos tecnocratas. Pode ter uma certeza: eles vão nos proibir de alguma coisa. Ou obrigar.
Postado por Marco Antonio Araujo

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Que chique!

"Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente.A verdade é que ninguém é chique por decreto.E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que uns guarda-roupas recheados de grifes importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.
Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados a mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos para o mesmo lugar.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem.
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!"

Mal de Parkinson

Pesquisa diz que é possível diagnosticar doença por meio de proteínas do sangue

O mal de Parkinson pode ser detectado antes de se desenvolver e até controlado por tratamentos existentes, diz Scott Small, pesquisador da Universidade Columbia, em Nova York e autor de estudo sobre o assunto.
Publicado nesta semana na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa destaca o papel desempenhado no mal de Parkinson pelas poliaminas, proteínas já conhecidas por favorecerem a proliferação de células cancerosas. O pesquisador diz que, ao medir o nível de poliaminas no sangue e na urina, é possível detectar a doença muito cedo e monitorar melhor sua progressão.
Segundo as experiências realizadas pelos pesquisadores da Columbia, uma taxa elevada de poliaminas no cérebro favorece a neurodegeneração que caracteriza a doença, atualmente sem cura, que se manifesta por tremores, pela perda do equilíbrio e da coordenação, assim como pela rigidez nos membros e no tronco.
Ao estudar o cérebro de pacientes com Parkinson, os pesquisadores descobriram que uma taxa elevada de poliaminas pode ser causada pela deficiência na produção de uma enzima chamada SAT1.
Depois, os pesquisadores fizeram testes em ratos com os sintomas de Parkinson. Quando os animais receberam um tratamento que simula a atividade desta enzima, a taxa de poliaminas diminuiu e a doença foi controlada.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Professor Frazão e a polêmica da Graviola

A matéria exibida no Fantástico sobre a pesquisa de Frazão utilizando a graviola como tratamento, foi antes de tudo covarde e unilateral. Por mais que tenhamos a política da boa vizinhança, a Rede Globo insiste em agir na propagação da desinformação e do desdenho, como a única voz da verdade. É perigoso, danoso e colocam em cheque aquilo que a maioria dos brasileiros está reféns do que chega a sua casa. O Fantástico tratou o trabalho de Frazão de forma alucinógena.Antes, porém, fez a referencia de Imperatriz desprovida de saúde pública e privada, exibindo ruas sem infraestrutura como se fosse à cidade como um todo. Além claro, de citar que Imperatriz é composta em sua maioria de analfabetos. E jogou na lata de lixo instituição como a Uema (sem nenhuma sorte de investimento público) e da Infraero, como co-atores da irresponsabilidade do “crime” de Frazão.
Frazão tem sua pesquisa reconhecida por cientistas da Ucrânia, quando ali se realizou o Congresso Internacional do Comitê de Divulgação de Trabalhos Científicos. Convenhamos, não é algo pouco.
É por estas e outras que às vezes não consigo dissociar ações louváveis de Frazão da coisa pública, da gestão pública e do investimento público. Se tivéssemos aqui levando a educação como prioridade, a pesquisa cientifica e a produção de conhecimento como tal, evitaria esta mídia ruim como o Fantástico nos expôs da forma mais infame de se imaginar.
Doutor Dráuzio Varela foi antes de tudo omisso à pesquisa de Frazão. Posando de bom moço e de médico da família, cumpriu como um fantoche a pauta da Venus prateada, ignorando sua bagagem quanto médico e pesquisador. E não tenha dúvidas nobre leitores, a imagem negativa de Imperatriz e da pesquisa de Frazão foi assim exposta tendo como base orientação política, infelizmente. Apenas um tronco de uma árvore que não vê!
Não devemos aceitar e nos referendarmos como uma descarga da desinformação. O Fantástico agiu como uma das épocas mais tenebrosas do conhecimento, que foi a Santa Inquisição, expondo Frazão como um mero bruxo louco de uma aldeia composta de loucos e desprovidos do além-mundo. A forma que o Fantástico e do doutor Dráuzio Varela, lembrou em especificamente, por ser de área correlacionada, o cientista russo Mendeleiev quanto de seus estudos em suprimir as reticências cientifica da química, do qual foi questionado e visto como sonhador. Mendeleiev realmente sonhou e então conseguiu mensurar o que nós conhecemos como Tabela Periódica dos elementos químicos. E aqui existe toda uma história para chegar a tal conhecimento.
Frazão merece o direito de resposta. Imperatriz merece o direito de resposta.
Postado por Samuel Sousa

Graviola - Globo Repórter.mp4

sábado, 11 de setembro de 2010

Palavra de Vida Novembro de 2010

Palavra de Vida - Novembro de 2010

“Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.” (Mt 5,8)

A pregação de Jesus tem início com o sermão da montanha. Numa colina próxima de Cafarnaum, às margens do lago de Tiberíades, sentado, como era costume entre os mestres, Jesus anuncia às multidões quem é bem-aventurado. No Antigo Testamento, frequentemente se usava a palavra “feliz” para exaltar a pessoa que cumpria, dos modos mais variados, a Palavra do Senhor.As bem-aventuranças que Jesus anunciava repetiam, em parte, aquelas que os discípulos já conheciam; mas, pela primeira vez, eles ouviam dizer que os puros de coração não só eram dignos de subir ao monte do Senhor (cf. Sl 24,4), como cantava o salmo, mas podiam até mesmo ver a Deus. Qual seria, então, essa pureza tão sublime a ponto de merecer tanto? Jesus explicaria isso várias vezes no decorrer de sua pregação. Vamos procurar segui-lo para chegar à fonte da autêntica pureza."Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.” Para Jesus, antes de mais nada, existe um meio excelente de purificação: “Vós já estais limpos por causa da Palavra que vos falei” (Jo 15,3). Não são tanto as práticas de rituais que purificam a alma, mas a sua Palavra. A Palavra de Jesus não é como as palavras humanas. Cristo está presente nela, assim como, embora de outro modo, está presente na Eucaristia. Pela Palavra, Cristo entra em nós e, na medida em que a deixarmos agir, nos torna livres do pecado e, consequentemente, puros de coração.A pureza, portanto, é fruto da Palavra vivida, de todas aquelas Palavras de Jesus que nos libertam dos chamados apegos, nos quais invariavelmente caímos se não temos o coração fixo em Deus e nos seus ensinamentos. Podem ser apegos às coisas, às criaturas ou a nós mesmos. Mas se o coração está voltado somente para Deus, perdemos o interesse por todo o resto.Para obter êxito nessa tarefa, pode ser útil repetir a Jesus, a Deus, durante o dia, a invocação do salmo: “És tu, Senhor, o meu único bem“ (cf Sl 16,2). Experimentemos repeti-la frequentemente e, sobretudo, quando os diversos apegos ameaçarem arrastar o nosso coração para imagens, sentimentos e paixões que podem ofuscar a visão do bem e nos privar da liberdade.Somos levados a olhar certas publicidades, a assistir a certos programas de televisão? Não. Digamos: “És tu, Senhor, o meu único bem”, e esse será o primeiro passo que nos fará sair de nós mesmos, ao redeclararmos o nosso amor a Deus. Desse modo, teremos crescido em pureza.Percebemos, às vezes, que uma pessoa ou uma atividade se interpõe, como um obstáculo, entre nós e Deus, poluindo o nosso relacionamento com Ele? É o momento de repetir-lhe: “És tu, Senhor, o meu único bem”. Isso nos ajudará a purificar as nossas intenções e a reencontrar a liberdade interior.“Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.”A Palavra vivida nos torna livres e puros, porque é amor. É o amor que purifica, com o seu fogo divino, as nossas intenções e todo o nosso íntimo, pois, na linguagem bíblica, o “coração” é a sede mais profunda da inteligência e da vontade.Mas, existe um amor que é um mandamento de Jesus, que nos permite viver essa bem-aventurança. É o amor mútuo, o amor de quem está pronto a dar a vida pelos outros, a exemplo de Jesus. Esse amor, pela presença de Deus – o único que pode criar em nós um coração puro (cf Sl 51(50),12)–, cria uma corrente, um intercâmbio, uma atmosfera cuja nota dominante é justamente a transparência, a pureza. É vivendo o amor recíproco que a Palavra age com seus efeitos de purificação e de santificação.A pessoa isolada não consegue resistir por muito tempo às solicitações do mundo; enquanto que, no amor mútuo, encontra o ambiente sadio capaz de proteger a sua pureza e toda a sua autêntica vida cristã.“Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.” Eis o fruto dessa pureza, sempre reconquistada: pode-se “ver” a Deus, ou seja, pode-se entender a sua ação na nossa vida e na história, “ouvir” a sua voz no nosso coração, reconhecer a sua presença onde ela se encontra: nos pobres, na Eucaristia, na sua Palavra, na comunhão fraterna, na Igreja.É como saborear antecipadamente a presença de Deus, começando já nesta vida, caminhando “pela fé e não pela visão” (2Cor 5,7), até quando “o veremos face a face” (1Cor 13,12) por toda a eternidade.
Chiara Lubich
Esta Palavra de Vida foi publicada originalmente em novembro de 1999.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quanto vale a Con$ciên$ia de um homem?

Hamilton Miranda???

O blogueiro Carlos Leen mais uma vez sai na frente e publica vídeo (do YouTube) do presidente da Câmara Municipal de Imperatriz Hamilton Miranda, em discurso inflamado apoiando Jackson Lago. Na seqüência, três meses depois, Miranda inverte o discurso e esbraveja amores a Roseana Sarney.
Apesar do erro na escrita, o título do vídeo é bastante sugestivo: "quanto vale a con$cien$ia de um homem?". http//www.youtube.com/watch?v=b8KoCKTH4uU&feature=player_embedded