domingo, 17 de abril de 2011

FURO NA SAÚDE DE IMPERATRIZ


Informações dão conta de que, existe um FURO na saúde pública do município de Imperatriz, na ordem dos R$ 25 MILHÕES DE REAIS. Para PIORAR o que já está RUIM, existe ainda um ATRASO em média de 3 MESES nos pagamentos desta secretária. É ruim hein.
E para ficar ainda pior o Conselho Reprovou o Relatório Anual de Gestão 2010 da Secretaria de Saúde.

Postado por sóFALOaVERDADE

PELÉ (Os Netos Esquecidos Pelo Rei do Futebol)



Esquecidos pelo Rei do futebol, Octavio, 12 anos, e Gabriel, 10, brilham nos gramados e são contratados pelo São Paulo



Octavio (com a bola)e Gabriel.


A mãe, Sandra Regina morreu em 2006 sem jamais ter conseguido se aproximar de Pelé.

Os dois garotos chegaram sorridentes ao escritório do em­presário de futebol Wagner Ribeiro, em um elegante prédio na zona sul da capital paulista. Tinham acabado de conhecer as instalações do São Paulo, clube que na quarta-feira 13 oficializou a contratação deles, e ali mesmo começaram a saborear a fama. Primeiro, foi Neymar da Silva Santos, pai do jogador Neymar, quem os saudou. “Pinta de craque vocês têm”, disse Santos, que por acaso estava ali para tratar de negócios do filho. Depois, os meninos tiveram a certeza que a vida nunca mais seria a mesma. “Que loucura, tem jornalista da Espanha, da Itália e da Alemanha querendo entrevistar os moleques”, afirmou o empresário Ribeiro. Embora crianças, eles não se assustam com o assédio. Parecem talhados para os holofotes, como se a genética avisasse quem são de verdade. O mais velho, Octavio Felinto Neto, herdou o jeito de falar do avô. É desembaraçado e incrivelmente confiante para um garoto de 12 anos. O mais jovem, Gabriel Arantes do Nascimento, de 10, tem os olhos grandes e vivos, uma marca registrada do parente famoso. Eles são netos de Pelé, o maior jogador da história do futebol, e na semana passada deram o passo mais importante rumo à carreira esportiva. “Se eu jogar 10% do que meu avô jogava, já está bom demais”, diz Octavio. “Eu fico feliz com 5%”, rebate, ligeiro, o irmão menor.


Octavio e Gabriel moram em Curitiba e até alguns dias atrás pouca gente sabia de sua ligação com Pelé. O anonimato virou pó graças à internet. Há três semanas, em um jogo amistoso do Paraná, clube em que jogava antes de se transferir para o São Paulo, Octavio fez um gol digno do Rei. Deu um chapéu no zagueiro e arrematou de cabeça para as redes. As cenas foram gravadas pelo pai dos garotos, o pastor Ozéas Felinto, e acabaram expostas no YouTube. Em questão de horas, o vídeo se tornou um dos hits do canal. “No dia seguinte, uma multidão foi ao treino do Paraná para ver quem era o neto do Pelé”, diz Ozéas. Até os amigos boleiros passaram a chamar o garoto de Pelezinho. Uma das pessoas que viu as imagens do golaço foi o empresário Wagner Ribeiro, que teve a ideia de levar o jogador para o São Paulo. Como Gabriel, o irmão menor, também demonstrava talento na categoria sub-11 do Paraná, os dois foram colocados no mesmo projeto. “Achei que seria uma boa chance para a formação dos meninos”, diz Ribeiro. De olho nas oportunidades de marketing que a dupla pode gerar, Ribeiro decidiu trazer, com o apoio do clube paulista, toda a família para São Paulo. A partir de julho, quando começa o segundo semestre escolar, Octavio, Gabriel, o pai Ozéas e a madrasta Cristiane Marques começam a viver em Cotia, cidade nos arredores da capital, onde o São Paulo montou seu centro de treinamento para atletas crianças e adolescentes.

O Rei só viu os netos uma única vez e por apenas dez minutos

Por orientação dos empresários, os garotos evitam tocar num ponto crucial dessa história. Eles são filhos de Sandra Regina Arantes do Nascimento, reconhecida como filha de Pelé em 1996, depois de uma desgastante batalha judicial que culminou na realização de um exame de DNA. Sandra morreu de câncer em 2006 sem jamais ter desfrutado da proximidade com o pai. Octavio e Gabriel viram Pelé uma única vez, e apenas por dez minutos. “Eu soube que ele estava de passagem por Curitiba e me hospedei com os meninos no mesmo hotel”, diz Ozéas. Pelé foi simpático na ocasião. Abraçou e brincou com netos, mas jamais os procurou novamente. “Meu avô é uma pessoa muita ocupada, eu entendo”, afirma Gabriel, repetindo o que o pai pede para ele dizer quando perguntado sobre o assunto.
Bastam alguns minutos de conversa para entender que a questão ainda não está resolvida para os garotos. Eles sonham ter um contato maior, quem sabe até uma relação afetiva. “Eu queria pedir umas dicas para o meu avô, principalmente sobre como bater na bola”, afirma Octavio, que não carrega o sobrenome Arantes do Nascimento (“é que, quando ele nasceu, eu quis homenagear o meu pai”, diz Ozéas). Antes de levar os meninos para o São Paulo, o empresário Wagner Ribeiro alega ter consultado Pelé para checar se ele ficaria incomodado com o fato de os netos não jogarem no Santos, time que o consagrou. Segundo Ribeiro, o Rei afirmou que não tem interesse no assunto. O que todo mundo quer descobrir é se os garotos são craques de verdade. Nessa idade, dizem os especialistas, é impossível saber. No Paraná, Octavio ficou com fama de artilheiro nato. “Fiz mais de 100 gols”, diz o garoto. Gabriel é reconhecido como um meia habilidoso, capaz de deixar outros jogadores na cara do gol. Por ora, parece que o DNA está realmente fazendo a diferença.

Herdeiros da bola


Não é fácil para um jogador carregar o peso de ser herdeiro de um atleta consagrado. O caso mais emblemático do futebol brasileiro é o de Edinho, filho de Pelé. Para fugir de comparações, Edinho decidiu ser goleiro. Apesar de algumas boas partidas pelo Santos, seu desempenho foi uma decepção – ele jamais conquistou os torcedores santistas, que chegaram a pedir sua saída do time. Depois de abandonar o futebol, Edinho ainda enfrentaria problemas com a Justiça (foi preso por ligação com traficantes).

Amauri Segalla

domingo, 27 de março de 2011

Deu na Veja: 'Sobra dinheiro e falta saúde no Maranhão'


A revista Veja que está nas bancas traz uma nota em sua coluna “Holofote” – assinada pelo jornalista Felipe Patry – abordando a promessa não cumprida da governadora Roseana Sarney Murad (PMDB) de inaugurar 72 hospitais no ano passado.


A nota relata que a governadora repassou R$ 130 milhões ao secretário de Saúde Ricardo Murad para que este operacionalizasse o projeto, mas as três empreiteiras contratadas pelo estado – Dimensão, JNS Canaã e Lastro – que teriam recebido R$ 64 milhões e doado R$ 1,5 milhão à campanha de Roseana – só teriam concluído 10% das obras.
Veja a íntegra da nota, intitulada “Sobra dinheiro e falta saúde no Maranhão”:
“O carro-chefe da campanha de reeleição da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), foi a promessa de inaugurar 72 hospitais ainda no passado. Roseana repassou 130 milhões de reais para que o secretário de Saúde, Ricardo Murad, tirasse o projeto do papel. Murad, que é cunhado de Roseana, promoveu uma licitação à qual ninguém compareceu. A seguir, repassou metade do projeto a três construtoras que não se sabe como foram escolhidas. O trio formado pelas empreiteiras Dimensão, JNS Canaã e Lastro recebeu 64 milhões de reais. Depois, doou 1,5 milhão de reais à campanha de Roseana, pelo comitê ou por meio do PMDB. De acordo com o Tribunal de Contas do Maranhão, as empreiteiras contratadas pelo estado só concluíram 10% das obras. Roseana diz, agora, que os hospitais estarão prontos até o fim de seu governo, em 2014. Ou seja, quatro anos depois do prometido.”
Ricardo Murad responde – Via rede social Facebook, o deputado licenciado e secretário de Saúde Ricardo Murad contestou as informações contidas na nota da Veja:
“A revista Veja dessa semana traz uma notícia falsa sobre a construção dos hospitais do Programa Saúde É Vida. Informada por fontes que desconheço – poderia ter nos indagado – desinformaram seus leitores sobre o estágio das obras sabe-se lá a que pretexto. Esta semana vamos publicar em todos os meios de comunicação do estado a situação atual de cada uma das 103 obras do Programa Saúde É Vida. Aguardem”, afirmou Murad, prosseguindo:
“Só para vocês terem uma ideia do quanto a notícia é sem fundamento e absurda: a Construtora Dimensão está entregando todos os seus hospitais, à exceção de um, até o próximo mês. Todos prontos, muito bem construídos, de primeira qualidade e prontos pra atender a nossa gente. O Programa Saúde É Vida é único na história do Estado. Nenhum governo teve a coragem de elaborar e pôr em prática um programa que implanta uma rede de saúde pública de primeiro mundo para todos os maranhenses. Roseana teve. Parabéns a ela.”

Postado por POR OSWALDO VIVIANI

domingo, 20 de março de 2011

MARIA BETÂNIA (O blog da discórdia)



A cantora Maria Bethânia ganhou uma grande dor de cabeça na semana passada. O assunto mais comentado e criticado no Twitter foi o anúncio de seu futuro blog “O Mundo Precisa de Poesia”. A polêmica fica por conta de ela ter utilizado a Lei Rouanet para financiar seu projeto na internet que custará R$ 1,3 milhão – pedirá patrocínio a empresas privadas que, ao cederem recursos, se beneficiam de incentivo fiscal. O blog apresentará vídeos diariamente e isso explicaria, segundo o projeto, o exorbitante investimento. Bethânia não quis falar sobre o assunto. Em sua defesa, o Ministério da Cultura diz que seguiu a Lei Rouanet. Resta a dúvida: se Bethânia não fosse a Bethânia, a lei seria tão condescendente?

sábado, 19 de março de 2011

CIB determina que Estado e Município sanem débitos até sexta (25)


A Comissão Intergestores Bipartite (CIB) determinou, nesta quinta-feira (18), em reunião extraordinária, que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Prefeitura de São Luís quitem até a próxima sexta-feira (25) os débitos que têm entre si. Esta semana, o secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, já havia determinado o pagamento da contrapartida estadual referente aos programas Farmácia Básica e Serviço Atendimento Móvel de Urgência (Samu) devida a todos os municípios.
Na reunião, presidida pelo secretário adjunto de Saúde, José Márcio Leite, um dos pontos em pauta foi a retirada do teto financeiro do município de São Luís no Sistema Único de Saúde (SUS) do valor de R$ 8,5 milhões devido à SES por serviços ambulatoriais e hospitalares prestados pela rede estadual de saúde nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2010. Esses recursos são transferidos pelo Ministério da Saúde ao Município e deveriam ter sido repassados ao Estado.
Como a secretária Municipal de Saúde em exercício, Yeda Gomes Vanderley, propôs um acerto de contas com a SES, com base em contrapartida estadual dos programas Farmácia Básica e Samu, a CIB decidiu estabelecer a data de 25 de março para que Estado e Município sanem seus débitos. “A Secretaria de Estado da Saúde já está atualizando todas as suas obrigações com os municípios e atenderá o prazo estabelecido pela CIB. Esperamos que a Prefeitura cumpra a obrigação constitucional de repassar os recursos federais à rede estadual por serviços prestados à população”, ressaltou Ricardo Murad.
Também na reunião desta quinta-feira (18), a CIB aprovou a criação de uma comissão que realizará um estudo no Ministério da Saúde para saber quanto o Governo Federal repassa para o atendimento de alta complexidade do SUS no Maranhão e como os recursos são aplicados.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

BR-010, ALGUÉM TOME PROVIDÊNCIA


Será que é preciso cortar a BR-010 para tomarem alguma providência????.¨A continuar o ritmo forte das chuvas, e as previsões são de que serão, a marginal direita da BR-010 poderá cortar em frente ao stand do shopping. Ou a prefeitura realiza serviços de drenagem ou a empresa do shopping tome essa providência urgente¨.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Brasil não é nosso. É de Sarney e Mailson

"Juntos, Sarney e Mailson levaram o país ao fundo do fundo do poço. Hoje, brilham. Sarney, como o todo-poderoso do Congresso. Mailson, como... não, não pode ser... guru econômico"
São conhecidos os defeitos do atual senador Fernando Collor (PTB-AL), mas é preciso admitir que nenhum outro presidente, desde o restabelecimento das eleições presidenciais diretas, recebeu uma herança tão pesada quanto a que o seu antecessor, José Sarney, lhe legou, em março de 1989.
Juntos, Sarney e seu último ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, levaram o país ao fundo do fundo do poço. Inflação de mais de 72% ao mês. Dívida pública, desemprego e miséria em forte alta. Produtividade, esperança e autoestima totalmente em baixa.
Tão simpático quanto falante, Mailson era objeto de infinita condescendência por parte da imprensa, dos empresários e analistas financeiros. Funcionário de carreira do Banco do Brasil e com longa vivência na administração federal, Mailson era um bom burocrata, nada além disso. Jamais foi um grande conhecedor de economia, área em que se graduou num modesto curso noturno em Brasília. Nem tinha a credibilidade necessária – como faria Fernando Henrique em 1993, no governo Itamar Franco – para recrutar os melhores economistas nacionais em torno da missão, então considerada impossível, de vencer a inflação.
Embora fosse um homem com credenciais muito aquém das necessárias para lidar com o cenário de hiperinflação e baixo crescimento econômico então existente, a torcida em seu favor era próxima da unanimidade. Tratava-se, afinal, de minimizar os estragos do desastre a que se assistia ao vivo e a cores.
Àquela altura, Sarney, desgastado por denúncias de corrupção e sucessivas demonstrações de incompetência administrativa, não encontraria gente mais qualificada que topasse o funesto papel de coveiro, digo, ministro da economia brasileira. E assim Mailson administrava o que ele mesmo chamava de política “feijão com arroz”. O que significava mais ou menos o seguinte: conter a gastança pública na boca do caixa, administrando o Tesouro Nacional de maneira a adiar ou reduzir ao máximo as (poucas) despesas passíveis de corte ou retardamento; evitar os pacotaços e planos de impacto que nos anos precedentes (em especial, de 1985 a 1987) avacalharam com o setor produtivo sem cumprir o seu objetivo fundamental, que era controlar a inflação; e gastar saliva, tentando convencer a todos de que o gelo estava sendo enxugado da melhor maneira possível.
Hoje, os dois brilham. Sarney, como o todo-poderoso do Congresso. Mailson, como... não, não pode ser... guru econômico!
Pela quarta vez às voltas com o supremo “sacrifício” de, tadinho, presidir o Senado, Sarney se tornou símbolo do que existe de mais decadente na política brasileira. Seus atos desmentem suas palavras. Poucas personalidades políticas desfrutam de prestígio tão baixo junto à opinião pública. No entanto, o homem exala poder por todos os poros. Faz e desfaz ministros. No Poder Judiciário, é invencível. Ele e seu grupo político contabilizam façanhas judiciais como a censura a um jornal que ousou investigar ilegalidades maranhenses (Estadão) e a cassação de um senador (Capiberibe, PSB-AP) e um governador (Jackson Lago, PDT-MA). Em 56 anos de política, Sarney distribuiu cargos e votos entre parentes, amigos e afilhados. Obteve riqueza, fama e até uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Para isso, sempre soube acender vela para o santo certo. Bajulou os militares durante a ditadura, tornando-se um dos seus principais porta-vozes (presidiu a Arena, o partido dos generais!). Travestiu-se de democrata para caber no figurino da “nova república”. Foi Tancredo, foi FHC e agora, como sabemos, é petista desde criancinha, morre de paixão pelo Lula, e tem uma admiração sem fim por Dilma.
Conforme a revista Veja, somando a pensão de ex-governador do Maranhão, a aposentadoria de funcionário do Tribunal de Justiça maranhense e a remuneração do Senado, Sarney recebe atualmente dos cofres públicos R$ 62,3 mil por mês. Salário de marajá, sem dúvida! Mas somente a cereja do bolo para quem preside o Congresso, possui extensa rede de influência nos três poderes, tem uma filha governadora, controla o principal grupo de comunicação do seu estado, e é a mais expressiva liderança da francamente majoritária base governista. Sim, não há como negar, estamos diante de um dos donos do Brasil.
Mailson também está entre os reis do pedaço. Sua consultoria, Tendências, é uma das maiores e mais influentes do país. Na empresa, seja como sócios ou como funcionários, muitos técnicos que no passado ocuparam funções de destaque em Brasília. Ao que se saiba, não há gênios entre eles, que são mais conhecidos pelas boas relações que mantêm com burocratas da área econômica e pela onipresença no noticiário econômico do que por eventuais rasgos de brilhantismo. Como líder espiritual do (assim eles gostam de dizer) “time”, Mailson tenta traduzir para jornalistas econômicos, funcionários de instituições financeiras, investidores – enfim, para os seus “clientes” – aquilo que vai na cabeça dos pensadores econômicos liberais.
O diabo é que ele não tem o conhecimento de causa nem o talento de, digamos, um Armínio Fraga ou um Paulo Rabello de Castro. O resultado é que fala bobagens reconhecíveis até mesmo por um modesto corretor de imóveis como eu. Um exemplo fundamental. Mailson previu o fim do mundo por causa da Constituição de 1988, da qual foi durante anos a fio inimigo feroz. Até mesmo no campo liberal, admite-se hoje que a Constituição contribuiu para o atual surto de desenvolvimento ao promover a inclusão social de milhões de brasileiros, beneficiados por direitos que ela reconheceu. Mailson expressa a média de opiniões do “Mercado”, Deus supremo da versão apequenada da economia que ele professa. E acrescenta dose própria de antipatia contra o PT, sempre regada por extremo simplismo nas análises.
Nada disso, no entanto, impede o sucesso da versão empobrecida de tucanismo econômico que ganha voz por intermédio do guru Mailson. O que ele diz é repetido por gente à beça, na imprensa, no “mercado” e até no governo.
Que jeitosos são o tucano Mailson e o petista Sarney. E como são cordiais no trato! Essa facilidade que ambos têm para lidar com as pessoas deve ajudá-los a exercer a dura tarefa de serem donos de diferentes nacos do Brasil. Que, definitivamente, não é nosso. É de gente como eles. 


Postado pelo colunista Bezerra Couto*

sábado, 5 de fevereiro de 2011

CORRUPÇÃO: UM MAL QUE TORNA O MARANHÃO PEQUENO




Mais uma vez, a Polícia Federal desnuda para o Brasil uma faceta obscura em administrações públicas: o esquema vergonhoso de desvio de recursos públicos. A bola da vez é o município de Barra do Corda, onde o prefeito Nenzim é acusado de chefiar uma quadrilha que vinha saqueando o erário. Só no que foi levantado nas investigações foram R$ 50 milhões desviados num esquema de lavagem de dinheiro. O prefeito é pai do deputado Rigo Teles.

Os envolvidos ostentavam um patrimônio incompatível com seus rendimentos. Alguns eram utilizados como ´laranjas´, como o empregado da família que era ´dono´ de um avião. Boa parte dos recursos possivelmente pode ter sido usada em financiamento de campanhas eleitorais.

Essa é uma prática que vem condenando dezenas de municípios ao atraso, enquanto quem é detentor do poder aumenta seu patrimônio particular.

Na noite desta quainta-feira, dia do desbaratamento dessa quadrilha, ouvi, durante uma solenidade do esporte, um influente empresário maranhense afirmar o seguinte: “...um estado pequeno como o Maranhão”. Daí, de forma imediata, veio-me a idéia de tecer considerações sobre esse mal – a corrupção – que é causador de nossa pequenez e de nossa pobreza econômica.

Não, o Maranhão não é pequeno! É grande, pujante, rico! Pobre (em espírito) é a classe política que teima em continuar sangrando os cofres públicos, mesmo com ameaças constantes de operações comandadas pela PF.

Muitos desses políticos, envolvidos em escândalos de corrupção, são ligados aos donos do poder no Estado, e terminam apostando na impunidade. Acreditam que amigos pertencentes ao Poder Judiciário podem livrá-los de possíveis cadeias. Para eles, na há punição. Subtrair-lhes alguns bens não resolve. Uma vez de volta ao poder, farão de tudo para recuperar tudo em pouco tempo.

Desviar dinheiro público poderia ser considerado crime hediondo, com os envolvidos condenados a cumprir pena em presídio, como acontece em outros países. No Maranhão dezenas de outras operações da PF desmascararam diversos gestores públicos. Quantos estão na cadeia? Com a ajuda do judiciário, muitos retomaram comandos de prefeituras. Prevalece, portanto, a impunidade!

É essa prática nefasta que torna o Maranhão, cada vez mais, pequeno.

Além da lavagem de dinheiro, com o uso de laranjas para a aquisição de bens valiosos, esses corruptos se utilizam de outro esquema bastante conhecido: o superfaturamento de obras públicas.

Boa parte de dinheiro pago a empreiteiras vai para os bolsos de gestores públicos. São empresas que, via de regra, pertencem a ´laranjas´ou ´testas-de-ferro. O empresário que não aceitar entrar no esquema, dificilmente consegue vencer alguma licitação. Isso pôde ser comprovado pela própria PF em outras operações. Em muitos casos, muitas das empresas são fantasmas, só existem no papel.

A cada operação da PF, desmascarando políticos corruptos, ouço alguém dizer que isso é ´pedagógico´ e que ajuda a mudar o comportamento de maus gestores públicos. Não é isso que se vê! A corrupção está mais viva do que nunca, e continua corroendo as esperanças de quem acha que um novo Maranhão é possível.

Postado por Gilberto Lima

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

NÃO É ELE




Foi noticiado que Dr Charles tinha sido nomeado o novo secretário de saúde da cidade de Grajaú. Todos acharam que se tratava de Charles MIRANDA, quando na verdade é Charles BATISTA, o fisioterapeuta que foi secretário na cidade de Amarante-Ma. 



Postado por sóFALOaVERDADE

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A TURMA DOS MILHÕES

O time agora está completo. Dr. Charles o bioquimico agora é secretário de Saúde de Grajaú-MA. Com a saída de Mamede da saúde de Imperatriz ficou mais difícil montar o esquema por aqui, a saída encontrada foi mandar alguém para fazer força e continuar a fidelidade dos irmãos.
Charles faz parte do time que possui outros nomes como: Dr. Emílio, um dos donos da Uniprev (ninguém nunca vê), Dr. Antônio Pereira, Dr. Mamede, Dr. Ricardo Murad, Dr. Sansão e algumas empresas que administram sistemas públicos de saúde e a AME que chegou a receber somente em um mês mais de 4 milhões de reais.
Já que tem mais uma cabeça em grajaú, a secretária de saúde deveria da uma analisada nos procedimentos feitos por pacientes de outros municípios como Sítio Novo e agora Grajaú a qual os chefes teriam preferências em atendimentos de alta complexidade aqui em Imperatriz. Comenta-se que um médico de dentro do HMI facilitaria todo o entrames burocráticos.
Postado por Holden Arruda